Fogão barreado

01/12/2019 09h02


Fonte Val Bernardino

Uirapuru canta melancólico
Embrenhado na gruta
Lá pelo lado
Da barragem do rio
Seu soar
Reflete a tristeza
Na lágrima fina
Riscando o fim

Canta canta
Em profunda melancolia
Refletindo o adeus
No telheiro
Na cadeira de balanço
Descansa os pés
Degustando o café
Na xícara esmaltada

Na alma o perfil matuto

No entardecer
Dando o ar romântico
Fogão barreado exala a fumaça
Percorrendo o beco
Adentrando a mata fechada
Deixando fascinante
A fotografia.

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Tópicos: canta, flor, melancolia