O escritor é o sentimento da alma

13/09/2019 11h05

O escritor é o sentimento da alma.
Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarO escritor e o sentimento da alma.(Imagem:Divulgação)

Meu maior amor é a natureza, de onde minha mente inspira poemas através de sua beleza, usando a fauna e a flora, e as vozes da imaginação que iluminam minha alma com a luz secreta de um sistema que ninguém consegue identificar. Este é o amor que eu não consigo deixar ou abandonar.

Me refugio na solidão. Meu outro amor de escriba me dá paz ao coração. Amo o invisível, é a melhor opção, ele não me traz decepção e nem me envergonha, nunca machucou meu caráter e, muito menos, minha reputação.

Niguém enxerga ou é capaz de perceber meus sentimentos. Vejo seres insensíveis em diversas dimensões, talvez outras pessoas não consigam ver as maldades humanas, antes delas acontecerem. Meu espírito involuntariamente decifra tudo que pode se passar na cabeça de outro ser.

Carrego, apenas, uma tumba carcaça coberta por uma singularidade da pele, sem qualquer valor físico, econômico ou espiritual. Nada de importante. A única coisa boa que trago comigo ninguém pode apalpar ou enxergar, é o sentimento de um verdadeiro amor que sinto por cada sombra de um corpo humano que vive a desagregar, diante de aparências e ilusão vulgar.

Sonho com amigos verdadeiros. Somente sonhos. Tudo nesta vida é movido por interesses de uma razão material e venal para iludir e ver a desgraça de outro ser. Uma pessoa é capaz de entrar em sua intimidade. Por isso, quando chega o fim do dia, pergunto quem sou, para onde vou e qual é a origem e o fim da “humanidade”, ou onde encontrar a metade da outra inverdade.

Nesta sombria análise da vida, observo supostas pessoas arrancando os cadáveres de sua própria existência, matando outro ser da mesma espécie para sobreviver, brincando de escravizar o próprio semelhante, por conta do poder, expondo o verdadeiro caráter humano e mostrando a podridão esquelética da ignorância hedionda de um ser.

Poucas pessoas são boas neste mundo, existe a desagregação de principios basicos de educação. Na minha visão o desalento e o desconforto paralisam a vida. Tudo se resume na espiritualidade da matéria que leva o próprio corpo à miséria.

Ao terminar estas entrelinhas, onde deixei transpor a dor de um povo inconsciente, tanto cultural, quanto político, retrato meu olhar cheio de lágrimas e volto a chorar. Sinto vergonha desse sistema alienígena que só serve para escravizar, não muda o sentido da vida humana. São inúmeras facções que se revezam no modus operandi, para roubarem e acabar com a esperança de um dia esse País mudar.

Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarO escritor e o sentimento da alma.(Imagem:Divulgação)

Meu maior amor é a natureza, de onde minha mente inspira poemas através de sua beleza, usando a fauna e a flora, e as vozes da imaginação que iluminam minha alma com a luz secreta de um sistema que ninguém consegue identificar. Este é o amor que eu não consigo deixar ou abandonar.

Me refugio na solidão. Meu outro amor de escriba me dá paz ao coração. Amo o invisível, é a melhor opção, ele não me traz decepção e nem me envergonha, nunca machucou meu caráter e, muito menos, minha reputação.

Niguém enxerga ou é capaz de perceber meus sentimentos. Vejo seres insensíveis em diversas dimensões, talvez outras pessoas não consigam ver as maldades humanas, antes delas acontecerem. Meu espírito involuntariamente decifra tudo que pode se passar na cabeça de outro ser.

Carrego, apenas, uma tumba carcaça coberta por uma singularidade da pele, sem qualquer valor físico, econômico ou espiritual. Nada de importante. A única coisa boa que trago comigo ninguém pode apalpar ou enxergar, é o sentimento de um verdadeiro amor que sinto por cada sombra de um corpo humano que vive a desagregar, diante de aparências e ilusão vulgar.

Sonho com amigos verdadeiros. Somente sonhos. Tudo nesta vida é movido por interesses de uma razão material e venal para iludir e ver a desgraça de outro ser. Uma pessoa é capaz de entrar em sua intimidade. Por isso, quando chega o fim do dia, pergunto quem sou, para onde vou e qual é a origem e o fim da “humanidade”, ou onde encontrar a metade da outra inverdade.

Nesta sombria análise da vida, observo supostas pessoas arrancando os cadáveres de sua própria existência, matando outro ser da mesma espécie para sobreviver, brincando de escravizar o próprio semelhante, por conta do poder, expondo o verdadeiro caráter humano e mostrando a podridão esquelética da ignorância hedionda de um ser.

Poucas pessoas são boas neste mundo, existe a desagregação de principios basicos de educação. Na minha visão o desalento e o desconforto paralisam a vida. Tudo se resume na espiritualidade da matéria que leva o próprio corpo à miséria.

Ao terminar estas entrelinhas, onde deixei transpor a dor de um povo inconsciente, tanto cultural, quanto político, retrato meu olhar cheio de lágrimas e volto a chorar. Sinto vergonha desse sistema alienígena que só serve para escravizar, não muda o sentido da vida humana. São inúmeras facções que se revezam no modus operandi, para roubarem e acabar com a esperança de um dia esse País mudar.


Fonte José Osório Filho

Tópicos: pessoas, vida, amor