Deputados dizem que Sérgio Moro e procuradores formaram uma quadrilha para condenar Lula

11/06/2019 10h49

Deputados dizem que Sérgio Moro e procuradores formaram uma quadrilha para condenar Lula.
Imagem: AlepiClique para ampliarDeputados dizem que Sérgio Moro e procuradores formaram uma quadrilha para condenar Lula.(Imagem:Alepi)

O deputado Franzé Silva (PT) apresentou requerimento na sessão de hoje (10) pedindo ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, na condição de guardião da Constituição Federal, que instaure processo para investigar a divulgação de informações sobre conversas do ministro Sérgio Moro e procuradores da Operação Lava Jato onde o então juiz dava ordens sobre o andamento das investigações.

“Não é possível que a Justiça fique calada diante de uma situação tão grave como essa. Um verdadeiro conluio onde uma quadrilha foi formada para condenar o presidente Lula, prejudicando o processo da democracia. Não pode haver nenhuma ligação entre quem investiga e quem julga. Essas conversas interceptadas pelo site Intercept são de uma gravidade sem limites que ofendem a democracia”
, afirmou.

O deputado Fábio Novo (PT) corroborou com as afirmações de Franzé e disse que ficou estarrecido com as denúncias, que são apenas a ponta de um iceberg.

“A gente dizia que Moro era parcial e agora está provado. Algumas pessoas falavam que as críticas é porque somos do PT, mas agora está provado que ele mandava nas investigações. Suspendeu a ordem de soltura de Lula dada por um desembargador quando estava de férias em Portugal”,
disse.

Fábio Novo afirmou que Sérgio Moro condenou Lula e ganhou um ministério como recompensa. “O que levaria um juiz federal a renunciar ao seu cargo para ser ministro ganhando quatro vezes menos? Queremos a anulação dessa condenação dada por essa quadrilha e vamos pedir a prisão do ministro e dos procuradores. O próprio procurador dizia que as provas eram frágeis para condenar, transformando isso no maior escândalo do judiciário brasileiro”, acentuou.

O deputado Ziza Carvalho (PT) também afirmou que Sérgio Moro julgou o processo em conluio com o procurador da Lava Jato e que ele está completamente viciado, sendo passível de anulação. “Um processo na Justiça Federal demora cinco ou até mesmo dez anos para ser julgado, mas no caso de Lula tudo foi feito rapidamente. Sou advogado há vinte anos e procurador há 18 anos e nunca vi uma ação tramitar tão rápido. O STF deve recompor o respeito do Judiciário”, afirmou.

O deputado Cícero Magalhães (PT) disse que em 2017 faz um pronunciamento na Assembleia dizendo que Sérgio Moro era irresponsável e agora vê isso ser confirmado com a divulgação das conversas entre ele e os procuradores.

“Ele proibiu Lula de dar entrevista antes da eleição porque se não Haddad seria eleito. Aqui no Nordeste já tivemos um justiceiro que julgava, condenava e matava e o que Moro quis ser é um justiceiro medieval. Até o papa Francisco já profetizou na carta enviada a Lula que a verdade iria prevalecer e isso está acontecendo”,
acredita.

Por fim, o deputado Evaldo Gomes, do Solidariedade, disse que o judiciário precisa fazer uma revisão dos fatos e que Sérgio Moro está com a sua vida pública em jogo e hoje é um ministro que escandaliza o judiciário, carecendo que sejam dadas todas as explicações e tomadas as medidas que a democracia exige.

Imagem: AlepiClique para ampliarDeputados dizem que Sérgio Moro e procuradores formaram uma quadrilha para condenar Lula.(Imagem:Alepi)

O deputado Franzé Silva (PT) apresentou requerimento na sessão de hoje (10) pedindo ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, na condição de guardião da Constituição Federal, que instaure processo para investigar a divulgação de informações sobre conversas do ministro Sérgio Moro e procuradores da Operação Lava Jato onde o então juiz dava ordens sobre o andamento das investigações.

“Não é possível que a Justiça fique calada diante de uma situação tão grave como essa. Um verdadeiro conluio onde uma quadrilha foi formada para condenar o presidente Lula, prejudicando o processo da democracia. Não pode haver nenhuma ligação entre quem investiga e quem julga. Essas conversas interceptadas pelo site Intercept são de uma gravidade sem limites que ofendem a democracia”
, afirmou.

O deputado Fábio Novo (PT) corroborou com as afirmações de Franzé e disse que ficou estarrecido com as denúncias, que são apenas a ponta de um iceberg.

“A gente dizia que Moro era parcial e agora está provado. Algumas pessoas falavam que as críticas é porque somos do PT, mas agora está provado que ele mandava nas investigações. Suspendeu a ordem de soltura de Lula dada por um desembargador quando estava de férias em Portugal”,
disse.

Fábio Novo afirmou que Sérgio Moro condenou Lula e ganhou um ministério como recompensa. “O que levaria um juiz federal a renunciar ao seu cargo para ser ministro ganhando quatro vezes menos? Queremos a anulação dessa condenação dada por essa quadrilha e vamos pedir a prisão do ministro e dos procuradores. O próprio procurador dizia que as provas eram frágeis para condenar, transformando isso no maior escândalo do judiciário brasileiro”, acentuou.

O deputado Ziza Carvalho (PT) também afirmou que Sérgio Moro julgou o processo em conluio com o procurador da Lava Jato e que ele está completamente viciado, sendo passível de anulação. “Um processo na Justiça Federal demora cinco ou até mesmo dez anos para ser julgado, mas no caso de Lula tudo foi feito rapidamente. Sou advogado há vinte anos e procurador há 18 anos e nunca vi uma ação tramitar tão rápido. O STF deve recompor o respeito do Judiciário”, afirmou.

O deputado Cícero Magalhães (PT) disse que em 2017 faz um pronunciamento na Assembleia dizendo que Sérgio Moro era irresponsável e agora vê isso ser confirmado com a divulgação das conversas entre ele e os procuradores.

“Ele proibiu Lula de dar entrevista antes da eleição porque se não Haddad seria eleito. Aqui no Nordeste já tivemos um justiceiro que julgava, condenava e matava e o que Moro quis ser é um justiceiro medieval. Até o papa Francisco já profetizou na carta enviada a Lula que a verdade iria prevalecer e isso está acontecendo”,
acredita.

Por fim, o deputado Evaldo Gomes, do Solidariedade, disse que o judiciário precisa fazer uma revisão dos fatos e que Sérgio Moro está com a sua vida pública em jogo e hoje é um ministro que escandaliza o judiciário, carecendo que sejam dadas todas as explicações e tomadas as medidas que a democracia exige.


Fonte Alepi

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